SÃO PAULO — Fernando Haddad defendeu as medidas do governo Luiz Inácio Lula da Silva contra as casas de aposta online e afirmou que pessoas ligadas a Flávio Bolsonaro têm relação com o mercado de apostas. O candidato do PT ao governo de São Paulo também disse que o presidente já havia sinalizado, em 2024, que poderia encerrar as apostas caso a regulamentação não solucionasse os problemas do setor.
A declaração ocorreu neste domingo, 27, após um ato na Praça da Sé, no centro da capital paulista. Pela manhã, Haddad participou de uma atividade com mulheres realizada depois de uma missa de sétimo dia em homenagem à ativista Amelinha Teles. As candidatas ao Senado por São Paulo Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) também participaram da agenda.
Crítica sobre religião
Em entrevista a jornalistas, Haddad criticou o que classificou como postura de intolerância religiosa de Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. Para o petista, adversários exploram temas religiosos na campanha com o objetivo de dividir a população.
“Eu acho que essa intolerância tem que acabar no Brasil. É impossível. Toda religião digna do nome é tolerante”, afirmou Haddad.
A questão religiosa ganhou espaço na corrida eleitoral após a circulação, nas redes sociais, de uma informação falsa sobre Flávio. De acordo com a chapa bolsonarista, a publicação dizia que ele pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil e teria sido disseminada a partir de uma postagem do perfil “Dilma Bolada”.



