Belo Horizonte, Quinta-feira, 10 de setembro de 2026
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Mario Frias contesta busca da PF e nega irregularidades em emendas

Deputado diz que operação apreendeu celular, computador e documentos e relaciona investigação a emendas de R$ 2 milhões.

Mario Frias contesta busca da PF e nega irregularidades em emendas
Foto: Reprodução/Instagram/mariofrias

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) afirmou que a operação da Polícia Federal em sua residência teve relação com uma investigação sobre emendas parlamentares. Em vídeo publicado nas redes sociais no dia 10, ele disse que os agentes apreenderam seu celular, computador e documentos.

Frias declarou que não foi preso porque não havia mandado de prisão contra ele. A investigação menciona repasses de R$ 2 milhões ao Instituto Crescer Brasil (ICB), organização não governamental pertencente a Karina Gama, produtora do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro (PL).

Investigação e defesa

Segundo o deputado, os recursos teriam sido destinados a um projeto esportivo e a outro de letramento digital. Ele também afirmou que sua defesa havia pedido acesso ao inquérito antes de a investigação se tornar pública.

“A gente descobre o que estão dizendo pelo jornal, no mesmo dia em que a sua porta é arrombada”, declarou. Na avaliação de Frias, eventuais esclarecimentos solicitados pela Controladoria-Geral da União (CGU) poderiam ser apresentados por meio de documentos, sem a realização de uma operação em ano de eleição. Ele classificou a ação como uma “cortina de fumaça”.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na residência do parlamentar. A apuração cita os repasses feitos por Frias ao ICB e a ligação da organização com a produção do filme sobre Bolsonaro.

Ao comentar o caso, o deputado disse que pretende colaborar com as solicitações da investigação, entregar os documentos pedidos e manter sua agenda. Também afirmou que continuará representando São Paulo e apoiando Flávio Bolsonaro.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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