Uma propaganda do PT publicada nas redes sociais na noite desta sexta-feira, 2, elevou as críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que uma eventual eleição de Flávio levaria ao domínio de milícias e do tráfico de drogas no Brasil.
A inserção também prevê redução de salários e aposentadorias, aumento dos preços, queda no número de empregos e retorno da fome. Em um dos trechos, a propaganda pergunta: “Você quer isso de volta?” O conteúdo ainda menciona ataques à saúde e à educação e termina com a frase “Bolsonaros nunca mais”.
Acusações contra Flávio
O material acusa Flávio de ter sido funcionário fantasma em Brasília antes de ser eleito deputado estadual do Rio, em 2003. De acordo com a propaganda, ele ocupava um cargo de 40 horas semanais, mas não trabalhava porque fazia faculdade e estágio presenciais no Rio de Janeiro. A inserção afirma que o posto teria sido arranjado pelo pai.
O PT também relaciona o senador às milícias e cita uma homenagem proposta por ele na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em 2005. Sem apresentar provas no material, a campanha afirma que Flávio teria defendido e homenageado milicianos, além de ter empregado a mãe e a mulher de Adriano da Nóbrega, apontado na propaganda como líder do escritório do crime.
Outra peça, intitulada “Perigo: assista antes de votar”, acusa Flávio de ter usado milhões de reais enviados por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar conspirações dos Estados Unidos contra o Brasil. A propaganda também o chama de deputado da rachadinha e operador da milícia.
Por fim, a campanha petista sustenta que, caso Flávio fosse eleito presidente, setores estratégicos do Brasil seriam entregues para atender a interesses dos Estados Unidos.



