Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Política

Renan Santos propõe mudanças na Previdência, nas rodovias e no SUS

Em visita a Uberaba, candidato do Missão também defendeu alterar regras das universidades e priorizar casos graves na saúde.

Em MG, Renan Santos defende reforma da Previdência e concessões de rodovias
Foto: TV Integração/Reprodução

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu, durante visita a Uberaba, no Triângulo Mineiro, a reforma da Previdência, a ampliação das concessões de rodovias e mudanças no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). As declarações foram dadas na tarde desta sexta-feira (25).

Ao tratar da Previdência, Santos afirmou que pretende fazer uma reforma paramétrica voltada aos servidores públicos, com atenção especial a funcionários federais, militares e integrantes do Judiciário. Para ele, candidatos que rejeitam a necessidade de mudança nas regras não estariam apresentando suas propostas de forma verdadeira. “Vai ter que reformar”, disse.

No Mercado Municipal, o candidato apresentou as concessões como modelo para ampliar os investimentos em rodovias brasileiras. A proposta, segundo ele, combina recursos públicos e privados, com regras de regulação definidas para evitar irregularidades.

Propostas para a saúde e a educação

Para o SUS, Santos propôs a criação de um prontuário eletrônico único. O paciente poderia acompanhar pela internet ou por aplicativo o histórico do tratamento. Ele também defendeu a substituição da ordem de chegada por um sistema que priorize pessoas com doenças mais graves ou incapacitantes.

Na avaliação do candidato, a medida ajudaria a organizar a fila para exames e daria preferência a quem enfrenta condições que dificultam o retorno ao trabalho.

Santos também falou sobre o ensino superior. Ele defendeu o fim da autonomia universitária para definir quais cursos devem receber prioridade. Na proposta apresentada, o governo federal teria participação nessas decisões, já que financia as universidades. “Se o Brasil está pagando a conta, nós temos que escolher o que que vai ser ensinado”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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