O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 474 candidaturas indeferidas e 545 renúncias para as eleições de 2026. O indeferimento ocorre quando falta algum documento, requisito ou fundamento legal para a participação na disputa.
Entre os partidos, o Democracia Cristã (DC) teve o maior número de candidaturas barradas: 64, equivalentes a 13,5% do total. Na sequência aparecem o Democrata, com 46, e o Mobiliza, com 43. Os menores números foram registrados pelo PCdoB, com um indeferimento, pelo Cidadania, com dois, e pelo Progressistas, com três.
A maior parte das decisões negativas envolveu candidatos a deputado estadual, com 218 registros. Outros 187 pedidos de candidatura para deputado federal foram indeferidos. Também houve dez indeferimentos entre candidatos a governos estaduais. O PCO concentrou três deles: Henrique Áreas, em Minas Gerais; Clébio Genuíno, em Roraima; e Izadora Dias, em São Paulo.
Renúncias
A base do TSE também reúne 545 candidatos que desistiram das candidaturas. PSBD, Podemos e MDB tiveram os maiores números de renunciantes, com 41, 37 e 36, respectivamente.
As renúncias se concentraram nas disputas para deputado federal, com 264 casos, e deputado estadual, com 208. Houve ainda quatro desistências de candidaturas ao Senado Federal e três de concorrentes a governos estaduais.
Entre os candidatos a governador que renunciaram estão Pedro Brito (Novo-CE), José Moita (Democrata-PA) e José Cleber Barros Rabelo (PSTU-PA). Na disputa pelo Senado, os nomes são Gustavo Galassi (PSDB-MG), Willem da Silva (DC-PA), André Monteiro (Democrata-RJ) e Paulinho da União (DC-SE).
No Senado, o PCO teve quatro candidaturas indeferidas. Agir e Mobiliza registraram duas decisões negativas cada. Ao todo, 12 candidaturas ao cargo foram indeferidas.



