Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Saúde

Solidão e isolamento social afetam saúde de pessoas idosas, alerta OMS

A falta de conexões sociais pode agravar condições físicas e mentais e afetar a expectativa de vida na população idosa.

Solidão e isolamento social afetam saúde de pessoas idosas, alerta OMS

O isolamento social e a solidão podem agravar a saúde física e mental de pessoas idosas. O impacto dessas condições passou a ocupar espaço nos consultórios de geriatria, além do diagnóstico e do tratamento de doenças físicas.

O envelhecimento é um processo biológico natural e esperado. No entanto, a perda progressiva de vínculos interpessoais tem sido associada à piora de quadros de saúde entre pessoas com 60 anos ou mais. A ausência de conexões sociais de qualidade provoca reações que afetam o organismo de forma ampla.

O que dizem os dados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que o isolamento social atinja cerca de um quarto das pessoas idosas. A solidão alcança cerca de uma em cada dez. Para a entidade, os dois fatores são riscos importantes para problemas de saúde mental nessa população.

A OMS também afirma que a falta de convívio social interfere na expectativa de vida em níveis equivalentes aos de fatores de risco conhecidos, como tabagismo, sedentarismo e obesidade.

O cenário coloca a manutenção de relações sociais de qualidade entre os pontos de atenção no cuidado com a saúde de pessoas idosas. O tema se relaciona ao debate sobre longevidade e bem-estar, especialmente diante do aumento da longevidade no Brasil.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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