O efetivo brasileiro de suínos alcançou 44 milhões de cabeças em 2025, alta de 0,5% em relação ao ano anterior. O resultado foi classificado como estabilidade pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e representa o segundo maior nível da série, atrás apenas de 2022.
Os dados fazem parte da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM). Entre as fêmeas reprodutoras, o crescimento foi de 0,1%, chegando a 5 milhões de cabeças.
Caprinos e ovinos atingem recordes
Enquanto a criação de suínos permaneceu estável, os rebanhos de caprinos e ovinos alcançaram os maiores níveis registrados. O número de caprinos cresceu 1,2%, para 13,5 milhões, e o de ovinos aumentou 1,6%, para 22,3 milhões.
No mercado internacional, informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que o Brasil tem o quarto maior efetivo mundial de suínos. O país também ocupa a quarta posição entre os produtores de carne suína e a terceira entre os exportadores.
Toledo (PR) liderou a criação de suínos entre os municípios, com 935 mil animais, equivalentes a 2,1% do efetivo nacional. Uberlândia (MG) ficou em seguida, com 588 mil animais e 1,3% do total. Concórdia (SC) apareceu na terceira posição, com 519,4 mil animais, ou 1,2%.
O Sul concentrou 15,6% do rebanho ovino do país. O Rio Grande do Sul respondeu por 94,8% da produção nacional de lã em 2025, apesar de uma queda de 10,7%.
Entre os municípios com maiores efetivos de caprinos estão Casa Nova (BA), Juazeiro (BA), Floresta (PE), Curaçá (BA) e Petrolina (PE). Na criação de ovinos, Casa Nova (BA) liderou, seguida por Juazeiro (BA), Dormentes (PE), Remanso (BA) e Afrânio (PE).



