Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Diesel S-10 avança 2,43% em setembro; gasolina tem quinta queda seguida

Levantamento da ValeCard mostra alta do diesel e do etanol no mês, enquanto a gasolina recua 0,09% no país.

Diesel S-10 avança 2,43% em setembro; gasolina tem quinta queda seguida

Os preços médios do diesel S-10 e do etanol subiram em setembro, após quatro meses de queda, enquanto a gasolina registrou a quinta baixa consecutiva. O levantamento da ValeCard considera transações feitas entre 1º e 26 de setembro em mais de 25 mil postos credenciados no país.

O diesel S-10 teve a maior variação. O preço médio nacional passou de R$ 7,159 para R$ 7,333 por litro, alta de 2,43%, equivalente a R$ 0,174. O aumento apareceu em 26 das 27 unidades da Federação. A única redução ocorreu no Espírito Santo, com queda de 0,79%.

Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram as maiores altas, de 5,56% e 4,51%, respectivamente. O Amapá registrou o maior preço médio nacional, de R$ 8,334 por litro, enquanto o Rio Grande do Sul apresentou o menor, de R$ 6,722.

A ValeCard relacionou a pressão sobre o diesel à combinação de preços internacionais mais altos, dependência de importações e menor disponibilidade no mercado externo. A empresa também citou restrições ao fluxo de petróleo e derivados pelo Estreito de Ormuz, problemas em refinarias russas e mudanças nas condições de oferta.

Etanol e gasolina

O etanol subiu 1,47% em setembro, de R$ 4,275 para R$ 4,338 por litro, com avanço de R$ 0,063. Houve alta em dez estados, queda em 16 e estabilidade no Piauí. Mato Grosso registrou o maior aumento, de 5,42%, e o Maranhão teve a maior redução, de 6,01%.

Mesmo com a alta mensal, o preço médio nacional do etanol ficou R$ 0,540 por litro, ou 11,07%, abaixo do valor registrado em abril.

A gasolina passou de R$ 6,774 para R$ 6,768 por litro, recuo de 0,09%. Treze estados tiveram aumento. O Distrito Federal liderou as altas, com 1,60%, e a Bahia apresentou a maior queda, de 1,82%.

A relação média entre etanol e gasolina ficou em cerca de 64% em setembro, ante 63% em agosto. Em 17 unidades da Federação, o etanol permaneceu na faixa de até 70% considerada referência de competitividade frente à gasolina.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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