A disputa internacional por minerais estratégicos envolve governos e empresas interessados em garantir acesso a recursos usados na transição energética e na fabricação de tecnologias avançadas. Entre eles estão lítio, terras raras, níquel, grafite e cobre.
O Brasil tem reservas mapeadas de diferentes minerais, mas ainda precisa avançar na regulamentação para destravar investimentos. Também depende desse processo para ampliar o mapeamento de territórios que ainda não são conhecidos.
Durante a cerimônia de sanção da regulamentação, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que empresas devem anunciar, na próxima semana, investimentos em projetos de refino e processamento no país. Para ele, a nova legislação apresentará “resultados concretos” nesse período.
A votação da lei no Congresso foi concluída no início do mês. A sanção é feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um cenário de competição internacional pelo acesso aos minerais considerados estratégicos.



