Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Policial penal cedido ao MP do RS é preso em investigação por lavagem de dinheiro

Servidor atuava no Gaeco e foi detido preventivamente durante operação com buscas em três cidades do Rio Grande do Sul.

Policial penal cedido ao MP do RS é preso em investigação por lavagem de dinheiro

Um policial penal cedido ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foi preso preventivamente na segunda-feira (14), durante uma operação coordenada pelo próprio órgão. A investigação apura suspeita de lavagem de dinheiro e outros delitos.

O servidor é Cassiano Uflacker Lutz de Castro. Ele trabalhava no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável por investigar organizações criminosas e casos de corrupção. Conforme o Portal da Transparência do MPRS, Castro ocupava desde dezembro de 2023 o cargo de assessor de segurança institucional.

A operação foi realizada pela Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre, com apoio do Gaeco. Ao todo, nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados ao investigado em Porto Alegre, Cachoeirinha e Venâncio Aires.

Uma das ordens judiciais foi cumprida na sede do Gaeco, na Rua Santana, em Porto Alegre. Um computador foi recolhido no local e será submetido a análise. O Ministério Público informou que as investigações continuam sob sigilo.

Conforme informações de fontes ligadas ao caso, a suspeita de lavagem de dinheiro teria relação com a compra de carros de luxo e veículos aquáticos. O MPRS confirmou a prisão e declarou que a apuração envolve diversos delitos.

Posicionamentos

Em nota, o Ministério Público afirmou que a prisão preventiva foi cumprida na manhã desta segunda-feira, 14 de setembro, no âmbito de uma investigação que apura diversos delitos. O órgão informou ainda que Castro atuava junto ao MPRS em regime de cedência.

A Polícia Penal do Rio Grande do Sul (PPRS) disse ter tomado conhecimento da prisão de um servidor da instituição que estava cedido ao Gaeco. A corporação afirmou que a investigação e a prisão foram conduzidas pelo MPRS.

A defesa de Cassiano Uflacker Lutz de Castro não foi localizada. O espaço permanece aberto para manifestação.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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