Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Legumes lideram queda de preços dos alimentos em agosto, aponta Neogrid

Levantamento mostra recuo de 16,9% nos legumes, enquanto farinha de mandioca, frango e arroz ficaram mais caros no mês.

Legumes lideram queda de preços dos alimentos em agosto, aponta Neogrid

Os legumes registraram a maior queda entre os alimentos analisados em agosto, com recuo de 16,9% em relação a julho. O levantamento Variações de Preços: Brasil & Regiões, realizado pela Neogrid, também identificou reduções nos preços médios de carne suína, ovos, feijão e café.

A carne suína passou de R$ 17,11 para R$ 16,05 por quilo, uma queda de 6,2%. Os ovos recuaram 3,3%, enquanto o feijão teve redução de 3% e o café em pó e em grãos caiu 1,2%.

O resultado ocorreu no mesmo mês em que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,32%. Foi a maior queda mensal do indicador desde agosto de 2022, quando o índice havia recuado 0,36%.

Na direção oposta, a farinha de mandioca teve alta de 5,7%, com o preço médio por quilo subindo de R$ 6,67 para R$ 7,05. O frango aumentou 2,9%, de R$ 12,29 para R$ 12,66. Também ficaram mais caros o arroz, com avanço de 2,5%, o molho de tomate, com alta de 2%, e o pão, que subiu 1,8%.

Marcelo Alves, gerente Executivo de Dados da Neogrid, afirmou que a variação dentro da mesma cesta exige uma análise detalhada da inflação dos alimentos. Para ele, a percepção de alívio entre os consumidores pode mudar conforme os produtos presentes na rotina de cada pessoa.

Acumulado de dezembro de 2025 a agosto de 2026

No acumulado do período, o feijão teve a maior alta entre os itens avaliados pela empresa: 30,9%. O preço médio passou de R$ 6,36 para R$ 8,33. O leite UHT subiu 29,9%, seguido pelos legumes, com alta de 12,6%, pela farinha de mandioca, com 11,2%, e pelo pão, que aumentou 7,3%.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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