Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Caiado propõe mudanças no STF e reserva futuras vagas para mulheres

Candidato do PSD também defendeu alterar critérios para ministros e criticou a atuação atual do Supremo Tribunal Federal.

Caiado propõe mudanças no STF e reserva futuras vagas para mulheres

Ronaldo Caiado afirmou que, se for eleito presidente, indicará mulheres para as 4 vagas que deverão surgir no Supremo Tribunal Federal durante o próximo mandato. A declaração foi feita em uma sabatina na 6ª feira (4.set.2026).\n\nO candidato do PSD disse que 4 dos atuais 11 ministros do STF completarão 75 anos no período e terão de deixar o tribunal por aposentadoria compulsória. Ele não apresentou nomes, mas afirmou que a escolha considerará a trajetória profissional e o reconhecimento técnico das indicadas. A primeira indicação, segundo Caiado, seria encaminhada ao Senado logo no início da gestão.\n\n## Propostas para o Judiciário\n\nAlém de defender a presença de mulheres nas futuras nomeações, Caiado propôs mudanças nas regras para integrar o Supremo. Entre elas estão a elevação da idade mínima de 35 para 60 anos, uma quarentena de 4 anos para que ministros possam voltar a exercer a advocacia depois de deixar o tribunal e a proibição de disputar cargos eletivos por 8 anos.\n\nCaiado relacionou a escolha de mulheres à experiência que teve no governo de Goiás, quando nomeou mulheres para secretarias e órgãos como a Procuradoria Geral do Estado, o Meio Ambiente e a Educação. Ele disse que as medidas ajudariam a recuperar a credibilidade do STF e promover um “choque de realidade” na Corte. Essas propostas, porém, não estão descritas em seu programa de governo.\n\nO presidenciável também defendeu o afastamento do ministro Alexandre de Moraes enquanto é investigada a relação dele com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Caiado cobrou ainda a retirada do sigilo de investigações que envolvem figuras públicas antes do 1º turno das eleições.\n\nO plano de governo, cujo slogan é “Muito pra mostrar. Nada pra esconder”, menciona o Judiciário sem citar diretamente o STF. O documento propõe recuperar a coordenação entre Executivo, Legislativo, Judiciário, Estados e municípios e prevê a participação do governo federal no combate às facções em cooperação com Estados, Ministério Público, Judiciário e países vizinhos.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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