Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Candidatos apresentam posições sobre eleições, alianças e mudanças no Judiciário

Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre Donald Trump; Flávio Bolsonaro declarou apoio a Tarcísio para 2030, e Ronaldo Caiado propôs mudanças no STF.

Candidatos apresentam posições sobre eleições, alianças e mudanças no Judiciário

A corrida presidencial teve, nesta sexta-feira (4), declarações sobre política externa, alianças para futuras eleições e propostas de alteração no funcionamento do Judiciário. Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil não aceita interferência dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro.

Em entrevista a uma rádio do Ceará, Lula relatou ter tratado do assunto com o presidente norte-americano, Donald Trump. A conversa ocorreu há cerca de 10 dias, durante uma negociação sobre tarifas aplicadas ao Brasil e a retomada das relações comerciais entre os dois países. Segundo auxiliares que participaram do diálogo, as eleições de 2026 foram mencionadas apenas de passagem.

Lula disse ter respondido a Trump que o processo eleitoral brasileiro é confiável. Ao comentar a possibilidade de interferência, afirmou: “E se entrar vai perder”.

Apoio para 2030

Durante uma agenda em São Carlos (SP), Flávio Bolsonaro declarou que apoiaria “sem dúvida alguma” o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para a Presidência da República em 2030. Os dois visitaram o centro de inovação Onovolab e o Mercado Municipal.

Candidato do PL, Flávio também defende o fim da reeleição. Aliados interpretam a posição como uma sinalização a Tarcísio e a outros nomes da direita. O governador paulista e o prefeito da capital, Ricardo Nunes, foram citados por Flávio como seus principais cabos eleitorais no estado. Ele ainda previu a reeleição de Tarcísio no primeiro turno em São Paulo.

Propostas de Caiado

Ronaldo Caiado, candidato do PSD, prometeu promover uma reforma no Judiciário se for eleito. Em uma sabatina, afirmou que a desordem institucional não fazia parte da rotina do Supremo Tribunal Federal e disse que as regras seriam modificadas durante seu governo.

Entre as propostas estão idade mínima de 60 anos para indicações ao STF, quarentena de quatro anos para ex-ministros exercerem a advocacia e de oito anos para disputarem cargos políticos. Caiado também defendeu a quebra de todos os sigilos em meio à crise envolvendo a Corte, como forma de evitar golpes contra a democracia.

Renan Santos, do Missão, e Augusto Cury, do Avante, cumpriram agendas de campanha, mas não fizeram declarações de maior repercussão.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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