Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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CNA pede base científica para regras sobre pinus e eucalipto

Entidade defendeu critérios técnicos, segurança jurídica e avaliação proporcional de riscos em debate no Paraná.

CNA pede base científica para regras sobre pinus e eucalipto

PINHAIS (PR) — A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu o uso de critérios técnicos e científicos na regulação de pinus e eucalipto durante um painel realizado nesta quarta-feira (16), em Pinhais, no Paraná.

O debate integrou a segunda edição do Lignum Latin America Talks e tratou das listas nacionais de espécies exóticas invasoras, discutidas no âmbito da Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio). A assessora técnica da CNA, Jaíne Cubas, apresentou as ações da entidade nesse processo.

A CNA informou que acompanha reuniões e grupos técnicos da Conabio e articula a participação de federações, entidades setoriais, instituições de pesquisa e especialistas. A entidade reconhece a importância de prevenir e controlar invasões biológicas para a conservação da biodiversidade.

Ao mesmo tempo, a confederação defende que as decisões regulatórias considerem critérios científicos, os diferentes contextos de ocorrência e a forma de utilização das espécies. Também sustenta que a análise sobre pinus e eucalipto leve em conta impactos ambientais, sociais e econômicos.

Para a CNA, eventuais medidas devem ser proporcionais aos riscos identificados. A posição foi apresentada no painel “Pinus e Eucalipto sob Pressão Regulatória: ciência, políticas públicas e segurança jurídica”, que reuniu especialistas para discutir competitividade, geopolítica, logística, construções em madeira, regulação e reforma tributária.

A participação da entidade concentrou-se na defesa de segurança jurídica e de uma avaliação regulatória baseada em critérios técnicos e científicos nas discussões conduzidas pela Conabio.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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