Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Em Santa Catarina, candidatos divergem sobre Bolsa Família e prisão de Bolsonaro

Lula e Flávio Bolsonaro fizeram críticas mútuas em atos de campanha em Florianópolis, Joinville e Chapecó neste sábado, 19.

Em Santa Catarina, candidatos divergem sobre Bolsa Família e prisão de Bolsonaro
Foto: Wilton Junior/Estadão/Estadão

A disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em Santa Catarina passou por acusações sobre o Bolsa Família, a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro e a condução do governo federal. Os dois candidatos participaram de agendas separadas em Florianópolis, Joinville e Chapecó neste sábado, 19.

Em Florianópolis, Lula pediu que os idosos votem nas eleições deste ano para impedir, segundo ele, a interrupção do projeto iniciado no atual mandato. O petista associou a candidatura de Flávio à tentativa de retirar o pai da cadeia e citou investigações sobre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Lula afirmou que a Polícia Federal e a Controladoria passaram dois anos investigando o caso e declarou que o prejuízo chegou a R$ 6 bilhões. Também disse que 5 milhões de aposentados já receberam, ao todo, cerca de R$ 3,5 bilhões.

O candidato do PT ainda mencionou suspeitas relacionadas a Flávio Bolsonaro e ao chamado Careca do INSS. Em outra referência, afirmou que Daniel Vorcaro passou a ser tratado como banqueiro antes de ser preso.

Bolsa Família e acusações em Chapecó

Em Joinville, Flávio criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado por Lula. O candidato do PL disse que o aumento de 15%, divulgado na quinta-feira, 17, teria sido uma tentativa de conquistar o voto da população mais pobre. O anúncio ocorreu antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.

O reajuste repetiu uma medida adotada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022. Naquele ano, o Auxílio Brasil passou de R$ 400 para R$ 600, um aumento de 50%, anunciado em julho.

Durante comício em Chapecó, Flávio acusou Lula de querer implantar um regime comunista e ditatorial. Também afirmou que o presidente não teria condições psiquiátricas de continuar no cargo e classificou o governo como um risco para o agronegócio e a segurança alimentar.

Mais cedo, Lula havia negado ser comunista ou marxista e se identificado como um “torneiro mecânico”. Ao fim do ato em Florianópolis, o petista também defendeu sua ligação com o PT e disse não ter vergonha de declarar seu partido.

Flávio esteve acompanhado do candidato à reeleição para governador, Jorginho Mello (PL), e dos candidatos ao Senado Carlos Bolsonaro (PL) e Caroline de Toni (PL).

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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