Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Ministra cobra melhores condições para órgãos de controle e correção de erros públicos

Em encontro realizado em Belo Horizonte, Cármen Lúcia relacionou o trabalho de fiscalização à confiança da população na democracia.

Ministra cobra melhores condições para órgãos de controle e correção de erros públicos
Foto: Wilton Junior/Estadão/Estadão

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu o fortalecimento das estruturas de controle interno e melhores condições de trabalho para os órgãos que fiscalizam a administração pública. A declaração foi feita por videoconferência durante o XXII Encontro Nacional de Controle Interno, realizado na capital mineira.

Para a ministra, a prestação de um serviço público de qualidade é uma obrigação dos agentes públicos, e não uma prerrogativa. Ela afirmou que os mecanismos de controle precisam contar com instrumentos adequados e condições para exercer suas funções.

“Não é favor, não é uma prerrogativa, é uma obrigação que nós temos que cumprir com o apoio do controle”, disse Cármen Lúcia.

A ministra também afirmou que os servidores públicos devem buscar a correção dos erros cometidos na administração. Na avaliação dela, falhas fazem parte da atuação humana, mas precisam ser enfrentadas para que a sociedade receba um atendimento de qualidade.

A fala ocorreu nesta quarta-feira, 16, um dia depois de uma sessão do STF marcada por divergências entre ministros. Na ocasião, a Corte analisava um relatório da Polícia Federal com mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao banqueiro Daniel Vorcaro. A discussão foi interrompida após um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

Ao comentar a relação entre instituições e democracia, Cármen Lúcia lamentou o cenário de descrença e desânimo em relação à administração pública. Para ela, a confiança da população nas instituições é necessária para preservar o regime democrático. “A democracia vive da confiança que o cidadão e cidadã têm nas suas instituições”, afirmou.

A ministra disse que a busca pelo acerto deve orientar a atuação dos servidores e contribuir para que cada pessoa possa confiar no país e na democracia.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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