Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Política

Renan Santos rejeita apoios no segundo turno e critica Flávio Bolsonaro

Candidato do Missão também questionou decisões de ministros do STF, defendeu a pena de morte e acusou Augusto Cury de comprar influenciadores.

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou que não apoiará nenhum adversário em um eventual segundo turno e atacou Flávio Bolsonaro (PL), a quem chamou de ladrão. Na mesma sabatina, disse que o eleitor brasileiro está anestesiado pela quantidade de informações e escândalos relacionados à crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Renan declarou que Flávio Bolsonaro e o presidente Lula usam suas bases políticas para tentar chegar ao segundo turno. Também criticou os adversários por não participarem de debates e sabatinas. Na pesquisa Datafolha divulgada no início do mês, Renan apareceu com 3% das intenções de voto, atrás de Lula (38%), Flávio (33%) e Augusto Cury (8%). Caiado registrou 4%, em empate técnico com o candidato do Missão.

Ao ser questionado sobre uma eventual aliança, Renan disse que está descartado apoiar qualquer candidato que não seja ele próprio. Sobre Flávio Bolsonaro, afirmou: “Não tenho característica nenhuma do Flávio Bolsonaro, eu não sou ladrão.” Também declarou que não vê possibilidade de diálogo com o bolsonarismo e comparou as exigências do grupo político às do PT.

Críticas ao STF e a adversários

Renan afirmou que, se for eleito, não considerará aceitáveis decisões dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do STF. Ele questionou a legitimidade dos dois para ocupar as cadeiras na Corte. Moraes e Toffoli estão no centro da crise mencionada pelo candidato, que envolve supostas ligações com Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.

O candidato também contestou o crescimento de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas. Segundo Renan, o adversário teria usado ferramentas de compra de influenciadores para criar um efeito de bolha entre determinado público. Ele afirmou que esse efeito já teria acabado.

Renan criticou ainda uma norma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, em sua avaliação, impede o funcionamento dos algoritmos durante as eleições. O candidato disse que levantamentos internos indicam que está à frente de Caiado e Zema e que a diferença para Cury não deve aumentar.

Segurança e violência

Renan declarou ser favorável à pena de morte, mas disse que não colocaria a medida em vigor em um primeiro mandato. Para ele, a mudança exigiria uma nova Constituição. No plano de governo, defende prisão perpétua, aumento de penas e outras medidas de segurança pública.

Questionado sobre o aumento dos feminicídios, o candidato criticou a atenção dada ao tema e afirmou que homens negros, crianças e adolescentes também são vítimas de violência. Ele disse que, como presidente, pretende reduzir todos os tipos de violência, incluindo o feminicídio.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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