Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
O radar da região e do país
Saúde

Anvisa autoriza importação de medicamento experimental para Lito Sousa

Família informou que a medicação deve chegar ao Brasil entre sete e nove dias após a última sexta-feira (4).

Anvisa autoriza importação de medicamento experimental para Lito Sousa
Foto: Reprodução/Instagram Especialista em aviação e influenciador, Lito Sousa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a importação e o uso de um medicamento experimental para o tratamento do piloto e youtuber Lito Sousa, diagnosticado com Doença de Creutzfeldt-Jakob. A confirmação foi divulgada pela família nas redes sociais.

A esposa de Lito, Mila Seidl, afirmou que a previsão é de que a medicação chegue ao Brasil entre sete e nove dias a contar da última sexta-feira (4). Ela também disse que o procedimento não envolveu regalias e que a autorização está prevista em lei para situações de uso compassivo de medicamentos.

“Cabe à Anvisa analisar, deferir ou indeferir”, declarou Mila. Segundo ela, a família apresentou documentação enviada pela farmacêutica e diversos exames. A esposa do piloto acrescentou que pessoas em situações semelhantes podem solicitar a mesma modalidade de autorização, desde que o pedido seja analisado pela agência.

Mila afirmou ainda que a família pretende mostrar caminhos que possam ser seguidos por pessoas com doenças raras para buscar o uso experimental de medicamentos, a importação ou a participação em estudos.

Avaliação do pedido

De acordo com Mila, houve entendimento entre o governo brasileiro, incluindo o Ministério da Saúde e a Anvisa, e a Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, sobre a urgência do caso. O trâmite mais rápido levou cerca de uma semana, mas, segundo ela, o período foi angustiante diante da evolução do quadro de Lito.

A Doença de Creutzfeldt-Jakob ainda é cercada por perguntas e hipóteses na comunidade científica. A condição é rara e registra menos de 100 casos suspeitos por ano no Brasil.

A doença ocorre quando formas anormais de uma proteína produzida nas células cerebrais, chamadas príons, se acumulam e comprometem o funcionamento do órgão. O quadro apresenta progressão rápida e desfecho fatal.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.