Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Saúde

Três hábitos associados à preservação da saúde cerebral ao longo da vida

Atividade física, estímulos cognitivos e vínculos sociais estão entre as práticas relacionadas aos cuidados com o cérebro.

Três hábitos associados à preservação da saúde cerebral ao longo da vida
Foto: Shutterstock/Portal EdiCase

O Dia Mundial do Alzheimer, celebrado em 21 de setembro, destaca a importância dos cuidados com a saúde cerebral diante do crescimento dos casos de demência. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que 10 milhões de novos casos são registrados a cada ano. No Brasil, 8,5% das pessoas com 60 anos ou mais convivem com demência.

Idade, predisposição genética e histórico familiar têm influência sobre o desenvolvimento da doença e não podem ser modificados. Já alguns fatores ligados ao estilo de vida e às condições de saúde podem ser reduzidos ou controlados. Entre eles estão sedentarismo, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, consumo excessivo de álcool, isolamento social e perdas auditivas não tratadas.

A OMS estima que até 45% dos riscos de demência estejam associados a fatores modificáveis. A neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da startup espanhola de neurorreabilitação NeuronUP, ressalta que hábitos saudáveis não eliminam a possibilidade de desenvolver Alzheimer, mas podem contribuir para reduzir a probabilidade de declínio cognitivo.

Três práticas para o cuidado cerebral

1. Manter-se fisicamente ativo

A atividade física regular pode contribuir para a saúde cerebral. A recomendação é combinar exercícios aeróbicos e de força, além de diminuir o tempo dedicado ao sedentarismo. Para Martha Valeria Medina, manter-se ativo física, cognitivamente e socialmente continua sendo relevante também em idades avançadas.

2. Estimular o cérebro

Aprender algo novo, ler, resolver problemas matemáticos, estudar um idioma, tocar um instrumento e realizar tarefas que representem desafios mentais são maneiras de estimular o cérebro. A predisposição genética pode aumentar a probabilidade de desenvolver Alzheimer, mas não torna o surgimento da doença inevitável.

3. Preservar os vínculos sociais

Conversar, compartilhar atividades e evitar o isolamento social também fazem parte desse cuidado. De acordo com a especialista, o objetivo não é apenas exercitar uma memória com dificuldades, mas ajudar a pessoa a preservar a autonomia e manter as atividades cotidianas com a melhor qualidade de vida possível.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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