O leilão do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou Cooperativa de Produtor Rural (Pepro) resultou na comercialização de 13,1 mil toneladas de laranja in natura da safra 2026/2027. O volume representa 36% das 36 mil toneladas negociadas na operação, realizada na quinta-feira passada (3/9).
O mecanismo prevê o pagamento de um prêmio diretamente ao produtor rural ou à cooperativa. Para receber o valor, é necessário comprovar a produção, a venda e o transporte da fruta destinada à indústria de processamento. O preço mínimo estabelecido para a disputa foi de R$ 28,76 por caixa de 40,8 quilos.
Houve arremates de participantes do Rio Grande do Sul, Sergipe, Bahia, Pará e Paraná. O lote destinado a São Paulo não teve negociação. Entre os estados, o maior volume ficou com o Rio Grande do Sul, que alcançou 5,3 mil toneladas. Sergipe veio depois, com cerca de 4,4 mil toneladas. Bahia registrou 1,8 mil toneladas; Pará, 1,2 mil; e Paraná, 285,6 toneladas.
No Rio Grande do Sul, a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de Liberato Salzano e Região (Coopsalzano), de Liberato Salzano, ficou com 2,5 mil toneladas. A Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar de Economia Solidária (Cecafes), de Erechim, arrematou 2,3 mil toneladas. Produtores de Constantina e Centenário somaram outros 515 toneladas.
Em Sergipe, a Cooperativa Nordestina de Industrialização de Produtos Agropecuários Ltda., de Poço Redondo, venceu a disputa por 3 mil toneladas. A Cooperativa de Produção, Comercialização e Prestação de Serviços dos Agricultores Familiares de Cristinápolis ficou com 1,4 mil toneladas.
Na Bahia, cooperativas de Rio Real arremataram 1,8 mil toneladas: 1,2 mil foram destinadas à Cooperativa dos Citricultores do Estado da Bahia e 600 toneladas à Cooperativa Agropecuária do Litoral Norte da Bahia (Coopealnor). Capitão Poço concentrou as 1,2 mil toneladas do Pará, enquanto Alto Paraná recebeu as 285,6 toneladas negociadas no Paraná.



