Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Brazah cria modelo de franquias para carvão de acendimento rápido

Marca fundada por Wilian Biolo desenvolveu carvão de acendimento facilitado e planeja chegar a outros estados por meio de franquias.

Brazah cria modelo de franquias para carvão de acendimento rápido
Foto: Reprodução/PEGN

A Brazah, marca fundada pelo empreendedor gaúcho Wilian Biolo, desenvolveu um carvão de acendimento facilitado e pretende ampliar a atuação para outros estados por meio de franquias. O negócio fatura R$ 1,2 milhão ao ano e busca formar uma rede nacional de produtores e distribuidores.

O produto foi criado após mais de dois anos de desenvolvimento e cerca de 200 testes. A empresa patenteou o protótipo e planeja licenciar a produção para carvoeiros de diferentes regiões. Nesse modelo, os parceiros fabricariam e comercializariam o carvão, enquanto a Brazah receberia royalties.

A estratégia surgiu por causa das dificuldades de transporte do carvão. Biolo afirma que o setor é regionalizado, com marcas predominantes em cada estado. A empresa já tem clientes em Santa Catarina, distribuidores no Paraná e no Mato Grosso e deve iniciar uma operação no Rio de Janeiro. Também foi firmada uma parceria para comercialização em São Paulo a partir de setembro.

“Queremos nos tornar a primeira empresa de carvão com franquias”, afirma Biolo. A meta é encontrar um carvoeiro em cada estado e tornar a Brazah uma marca conhecida em todo o país.

Da ideia ao produto

Biolo cresceu em uma família proprietária de churrascaria e trabalhou por muitos anos como bombeiro voluntário. Ao buscar uma oportunidade para abrir o próprio negócio, participou de uma feira voltada para startups no Rio Grande do Sul.

Durante o evento, surgiu uma conversa sobre maneiras de preparar um churrasco mais rapidamente. A partir da pergunta sobre a possibilidade de criar um carvão mais simples e rápido de acender, ele começou a desenvolver o produto.

O processo incluiu estudos, a busca por fornecedores e mais de dois anos de trabalho. Segundo o empreendedor, a dificuldade estava em modificar um produto tradicionalmente comercializado apenas em sacos com carvão. Após os testes, a empresa afirma ter chegado a um item capaz de acender “sozinho” e espera ampliar os resultados com a expansão por franquias.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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