Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Economia

Consumo consciente e voto entram no debate sobre eventos climáticos extremos

Mudanças nos hábitos de consumo e escolhas eleitorais são apresentadas como formas de enfrentar a devastação ambiental.

Consumo consciente e voto entram no debate sobre eventos climáticos extremos

O aumento dos eventos climáticos extremos amplia o debate sobre mudanças nos hábitos de consumo e sobre a responsabilidade de empresas, governantes, parlamentares e autoridades do Judiciário. Entre os sinais dessa transformação está o crescimento das vendas de veículos total ou parcialmente elétricos: em 2025, mais de 223 mil unidades passaram a circular nas ruas e estradas brasileiras.

Um dos obstáculos apontados é a sensação de impotência diante da dimensão dos desafios ambientais. Enquanto construtoras ampliam a presença do concreto em bairros residenciais de cidades brasileiras, consumidores questionam o impacto da reciclagem doméstica e da preferência por marcas associadas a boas práticas ambientais.

Vulnerabilidade e efeitos sociais

Dados citados reforçam a extensão do problema. Conforme o Instituto ClimaInfo, mais de 80% dos municípios brasileiros estão vulneráveis a desastres climáticos.

A Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisou 133 municípios gaúchos. Entre as constatações está o impacto dos eventos sobre a saúde mental da população, apontado como a condição mais afetada.

A fonte também relaciona as escolhas eleitorais às futuras medidas públicas de enfrentamento dos eventos climáticos extremos. Nos dias 4 e 25 de outubro, brasileiros a partir dos 16 anos poderão votar para deputado estadual, deputado federal, senador e presidente.

A orientação é verificar o histórico ambiental dos candidatos, incluindo suas posições sobre o aquecimento global, as ilhas de calor em grandes cidades, como São Paulo, e a proteção dos seis biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa. Também é mencionada a defesa, em 2020, do afrouxamento de regras ambientais por um ex-ministro do Meio Ambiente.

Entre as medidas individuais estão a adoção do consumo consciente, a coleta seletiva de lixo e a economia de água e energia elétrica. A avaliação das propostas e do histórico dos candidatos é apresentada como parte da participação da população nas decisões relacionadas ao meio ambiente.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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