Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Leer encontra novo lar em Porto Alegre e passa a dormir ao lado do tutor

Após ser devolvido por ser considerado dependente demais, gato recebeu nova chance e se adaptou à rotina com o tutor.

Leer encontra novo lar em Porto Alegre e passa a dormir ao lado do tutor
Foto: ONG Gatinhos de Atlântida e Arquivo pessoal

O gato Leer se adaptou ao novo lar após ser devolvido à ONG Gatinhos de Atlântida sob a justificativa de que era dependente demais. Atualmente, ele procura carinho durante o dia e dorme na cama ao lado do estudante de Arquitetura e Urbanismo Carlos Eduardo Oliveira, seu novo tutor.

A devolução mobilizou as redes sociais depois que a ONG relatou o caso. Três dias depois, a organização publicou a história, que gerou mais de 100 interessados em adotar o animal. Carlos Eduardo foi escolhido entre os candidatos.

O estudante afirma que a situação vivida por Leer foi o principal motivo para buscar a adoção. A possibilidade de oferecer tempo, espaço e companhia também influenciou sua decisão.

Adaptação ao novo ambiente

Nos primeiros dias no apartamento, Leer permaneceu no quarto para se acostumar ao espaço. Depois, começou a circular pelos outros cômodos e a explorar a casa. Hoje, costuma ficar perto do tutor e busca contato frequente.

A proximidade também aparece na hora de dormir. “O fato de todas as noites quando eu deito ele pular na cama e em segundos vir pra próximo de mim pra dormir junto ajuda a perceber que ele se sente acolhido”, diz Carlos Eduardo.

Resgate e tratamento

Leer foi encontrado em uma colônia felina com cerca de 50 animais atendida pela ONG. Enquanto a maioria dos gatos era descrita como arisca, ele interagia com facilidade com as pessoas. As voluntárias também perceberam que o felino tinha dificuldade para enxergar, aparentemente por causa do estrabismo.

Depois do resgate, Leer recebeu atendimento veterinário e foi diagnosticado com calicivirose. O gato passou por tratamento no gatil mantido pela organização e apresentou melhora significativa.

Dois meses depois, foi colocado para adoção. A expectativa era que a convivência em uma casa contribuísse para sua recuperação e seu bem-estar.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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