Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Policiais civis do Rio Grande do Sul formam banda de rock para eventos da corporação

Rock Circunstanciado surgiu em uma confraternização e passou a se apresentar em encontros da Polícia Civil.

Policiais civis do Rio Grande do Sul formam banda de rock para eventos da corporação

A banda Rock Circunstanciado reúne três policiais civis da 14ª Delegacia de Polícia Regional do Interior (14ª DPRI), no Rio Grande do Sul. O grupo começou como uma apresentação improvisada entre colegas e passou a participar de eventos institucionais da Polícia Civil.

A formação tem o delegado Gustavo Fleury, na bateria; o inspetor Cristiano Weber, da Delegacia de Polícia de Rodeio Bonito, no violão e nos vocais; e o escrivão Gabriel Hofer, da Delegacia Regional, na guitarra. Hofer é formado em música.

Da confraternização aos eventos oficiais

A ideia surgiu em uma confraternização de fim de ano, em 2025. A delegada regional Aline Dequi Palma sabia que Weber tinha experiência musical e que Fleury havia começado a estudar bateria. Ela então sugeriu que os dois tocassem para os colegas.

Hofer entrou na apresentação ainda durante a festa, e o trio continuou tocando ao longo da noite. A recepção fez com que a delegada propusesse a criação de uma banda ligada à Delegacia Regional, para apresentações em ocasiões futuras. O nome Rock Circunstanciado faz referência ao Termo Circunstanciado de Ocorrência, registro simplificado usado pela polícia em ocorrências penais de menor potencial ofensivo.

A estreia oficial ocorreu no final de agosto, em um baile promovido pela Polícia Civil para agradecer instituições parceiras, autoridades e representantes de diferentes setores da sociedade. Aline afirmou que a apresentação teve boa repercussão entre os participantes.

O repertório inclui outros estilos, mas o rock se tornou a principal identidade do grupo. Os integrantes ensaiam fora do expediente, normalmente à noite. Outras regiões policiais já procuraram a banda para possíveis apresentações em festas e eventos.

Música além do trabalho policial

Para Aline, a atividade também oferece aos policiais um espaço de descontração diante da pressão emocional da profissão. A delegada disse que manter um hobby ajuda a lidar com a rotina marcada por notícias difíceis.

Os músicos se apresentam usando camisetas da Polícia Civil, o que, segundo Aline, ajuda o público a perceber outras habilidades dos agentes. A banda não cobra cachês nem pretende seguir carreira profissional. O objetivo é continuar tocando em eventos da própria corporação quando houver convite e disponibilidade.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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