Terça-feira, 8 de setembro de 2026
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Fachin afirma que STF deve preservar diálogo e legalidade diante dos desafios nacionais

Presidente do STF defendeu a modernização da Justiça e disse que o Judiciário está preparado para responder aos problemas do momento.

Fachin afirma que STF deve preservar diálogo e legalidade diante dos desafios nacionais
Foto: Wilton Junior/Estadão/Estadão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que a Justiça brasileira manterá seus deveres constitucionais diante dos desafios nacionais atuais. Em discurso em um evento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com corregedores, ele declarou estar convencido de que o Poder Judiciário tem condições de responder às demandas do período contemporâneo.

“Eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhes apresentam no momento contemporâneo”, disse Fachin. Na mesma fala, acrescentou que a Justiça não deixará de cumprir a legalidade constitucional, em razão das obrigações previstas na Constituição.

Modernização com diálogo

Fachin também defendeu a união entre os ministros do STF como caminho para aperfeiçoar e modernizar a Justiça. Segundo ele, esse processo deve considerar as trajetórias já percorridas e ser conduzido com diálogo permanente.

O presidente do Supremo afirmou ainda que, unidos, os integrantes do Judiciário poderão construir uma instituição mais preparada para enfrentar problemas considerados urgentes. A manifestação foi associada à segunda-feira, 6, e ocorreu durante o evento realizado nesta terça-feira, 8.

Inquéritos

Fachin cogita assumir a condução dos inquéritos relacionados ao Banco Master e ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente sob a relatoria do ministro André Mendonça. A possibilidade teria como objetivo amenizar a crise no STF.

Nesta terça-feira, 8, Mendonça determinou o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal. A decisão foi apoiada pelos ministros Nunes Marques e Luiz Fux em julgamento de referendo na Segunda Turma. O ministro Gilmar Mendes pediu vista e defendeu que o caso seja analisado pelo Plenário.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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