Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Fachin torna pública investigação sobre pagamentos ligados ao Banco Master

Decisão do presidente do STF atende a pedido de Moraes e ocorre antes de julgamento sobre investigação envolvendo o ministro e o banqueiro.

Fachin torna pública investigação sobre pagamentos ligados ao Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta segunda-feira, 14, a retirada do sigilo da investigação sobre a rede de pagamentos do Banco Master. A decisão atendeu a um pedido do ministro Alexandre de Moraes e deixou o processo público no sistema da Corte.

A medida contrariou a posição do ministro André Mendonça, que apontou risco às investigações. A abertura dos documentos ocorreu horas antes de o plenário do STF decidir, nesta terça-feira, 15, se uma investigação sobre a relação entre Moraes e o banqueiro será aberta ou arquivada.

Pedidos para acesso aos documentos

Em ofício encaminhado a Fachin no domingo, 13, Moraes afirmou que o acesso ao processo sobre a rede de pagamentos do Master é fundamental para o julgamento. O vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho, também defendeu o levantamento do sigilo em parecer divulgado nesta manhã.

Para a Procuradoria-Geral da República, os ministros precisam ter acesso a todos os elementos relevantes para analisar o caso. “A Procuradoria-Geral da República entende que deve também ser retirado o sigilo da PET 15645 para o conhecimento dos integrantes da Corte”, afirmou Chateaubriand Filho.

Na última sexta-feira, 11, a PGR questionou a lista de documentos liberados por Mendonça no caso Master. Segundo o órgão, o conjunto não incluía grande parte dos procedimentos relacionados à investigação mais ampla da chamada Operação Compliance Zero.

Na ocasião, o Ministério Público Federal pediu a retirada do sigilo de todos os procedimentos vinculados à PET 15556, com as ressalvas já mencionadas no pedido. A PGR também sustentou que os documentos relacionados ao caso deveriam receber o mesmo tratamento quanto à publicidade.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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