Belo Horizonte, Quinta-feira, 10 de setembro de 2026
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Levantamentos mantêm estável rejeição a Lula entre eleitores evangélicos

Pesquisas da Meio/Ideia, Quaest e BTG/Nexus não indicaram alta de 60% para 80% após o caso envolvendo Moraes e Vorcaro.

Levantamentos mantêm estável rejeição a Lula entre eleitores evangélicos
Foto: Reprodução/Instagram/Estadão

Os levantamentos da Meio/Ideia, Quaest e BTG/Nexus não identificaram aumento de 20 pontos percentuais na rejeição a Luiz Inácio Lula da Silva entre eleitores evangélicos após a divulgação de conversas atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Os dados indicam que o índice já era alto e não apresentou mudança significativa.

Na pesquisa da BTG/Nexus, a rejeição ficou em 62% no levantamento realizado entre os dias 28 e 30, no fim de agosto, e repetiu o mesmo percentual na sondagem feita nos dias 4 e 7, no início de setembro. A Quaest também registrou estabilidade: foram 65% nos dois levantamentos, realizados entre 30 de agosto e 1º de setembro e entre 3 e 6 de setembro.

A Meio/Ideia apontou oscilação de 74,1% para 76,6%. O primeiro levantamento foi realizado entre 31 de julho e 3 de agosto, enquanto o segundo ocorreu entre 4 e 7 de setembro. A variação, portanto, não corresponde ao salto de 60% para 80% que passou a ser compartilhado.

As principais pesquisas divulgadas entre 1º e 9 de setembro foram consideradas para avaliar possíveis efeitos do caso na popularidade do presidente. Nenhum dos institutos apresentou o cenário divulgado na postagem.

Declarações de Lula

No dia 9 de setembro, Lula defendeu a quebra imediata do sigilo das investigações relacionadas ao Banco Master. Ele afirmou que a instabilidade no Poder Judiciário é grave e defendeu transparência nos processos em andamento.

Na manifestação, o presidente também mencionou a Operação Spoofing, que prendeu hackers responsáveis pela invasão de celulares de autoridades. A operação investigou o acesso às contas do ex-juiz Sergio Moro e do ex-procurador Deltan Dallagnol no Telegram.

O conteúdo obtido na operação serviu de base para a anulação das condenações contra Lula. As defesas dos réus da Lava Jato, entre eles o presidente, tiveram acesso às mensagens e puderam utilizá-las para contestar as condenações.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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