Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Sessão do STF terá 30 jornalistas e veto a eletrônicos no plenário

Corte ampliou o esquema de segurança e autorizou, por sorteio, a presença de jornalistas na sessão sobre mensagens envolvendo Alexandre de Moraes.

Sessão do STF terá 30 jornalistas e veto a eletrônicos no plenário
Foto: Valter Campanato/ABr

A sessão do Supremo Tribunal Federal que deve analisar o relatório sobre mensagens enviadas por Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes terá presença limitada de jornalistas e nenhuma entrada de aparelhos eletrônicos no plenário. O encontro está marcado para esta terça-feira (15).

Por sorteio entre os veículos credenciados, a corte reservou 30 vagas para jornalistas acompanharem a reunião dentro do plenário. A decisão alterou a orientação inicial, que previa a permanência da imprensa apenas em uma área externa. A mudança ocorreu após críticas de entidades do setor.

Celulares, computadores e laptops estão proibidos no local, mesmo para os profissionais autorizados. A sessão deve discutir também a abertura de investigação contra Moraes.

Segurança reforçada

O esquema preparado pelo STF superou o montado para o julgamento dos réus da trama golpista de 2022, que terminou com a condenação de Jair Bolsonaro (PL). Além dos agentes do tribunal, policiais militares circulam pelo prédio, com participação de integrantes do Bope, Batalhão de Operações Especiais, e do BPCães, Batalhão de Policiamento com Cães.

A operação inclui drones, detectores de metais e o fechamento de vias próximas à sede da corte.

Convidados

Entre os convidados que chegaram para a sessão estão a procuradora federal Manuellita Hermes, o advogado Renato Ramalho, o procurador da República Danilo Dias, a ex-secretária de comunicação do STF Mariângela Hamu e o jurista Manoel Caetano.

O presidente do tribunal, Edson Fachin, também chegou, acompanhado da esposa, Rosana Fachin.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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