Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Brasil terá cota menor para exportar açúcar aos Estados Unidos em 2027

País poderá enviar 100 mil toneladas com tarifa reduzida, ante volume tradicional próximo de 156 mil toneladas.

Brasil terá cota menor para exportar açúcar aos Estados Unidos em 2027
Foto: Governo Federal

Os Estados Unidos limitaram a 100 mil toneladas a cota de açúcar brasileiro que poderá entrar no país com tarifa reduzida durante o ano fiscal de 2027. O volume representa uma redução de aproximadamente 36% em relação à cota tradicional, que costuma ficar próxima de 156 mil toneladas.

A distribuição das cotas de importação de açúcar bruto de cana foi concluída nesta quarta-feira (23) pelo governo norte-americano. O próximo ano fiscal começa em 1º de outubro de 2026 e termina em 30 de setembro de 2027.

Divisão da cota norte-americana

Em julho, os Estados Unidos haviam definido uma cota total de 1.117.195 toneladas, em equivalente de açúcar bruto, para o ano fiscal de 2027. O volume corresponde ao compromisso mínimo assumido pelo país perante a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Desse total, 1.061.202 toneladas foram distribuídas inicialmente entre os países fornecedores. O Brasil recebeu, nessa etapa, 100 mil toneladas. As 55.993 toneladas restantes seriam repartidas posteriormente, mas não houve uma parcela adicional destinada ao país na divisão concluída nesta quarta-feira (23).

Na prática, o Brasil ficou com cerca de 56 mil toneladas a menos do que a cota tradicional. As 100 mil toneladas poderão ser exportadas aos Estados Unidos dentro das condições tarifárias reduzidas a partir de 1º de outubro de 2026.

Como funciona a tarifa

A cota é aplicada por meio de uma cota tarifária, conhecida pela sigla TRQ, em inglês. O mecanismo permite a entrada de um volume predeterminado de açúcar com uma tarifa relativamente mais baixa.

As exportações que excedem o limite estabelecido ficam sujeitas a uma tarifa mais elevada, o que reduz a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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