Belo Horizonte, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Gilmar Mendes cobra atuação apartidária e vigilância sobre o TSE

Ministro afirma que partidos e Ministério Público Eleitoral devem questionar casos de suspeição na Corte durante as eleições.

Gilmar Mendes cobra atuação apartidária e vigilância sobre o TSE

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve ser preservado de práticas de proselitismo partidário e manter uma atuação imparcial nas eleições. A declaração foi publicada nas redes sociais em meio a uma semana de divergências no STF.

Gilmar defendeu que partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral acompanhem a conduta de integrantes da Justiça Eleitoral e questionem sua permanência quando houver suspeição. “Quem tenta engajar o Tribunal em proselitismo partidário deve avaliar se reúne condições de nele permanecer”, escreveu.

O ministro também disse que cabe ao TSE continuar combatendo práticas abusivas durante os processos eleitorais. Para ele, a Corte precisa atuar de forma altiva, imparcial e apartidária, com compromisso com a Constituição e as leis. Gilmar acrescentou que o STF seguirá como instância de supervisão, intervindo quando considerar necessário para preservar seus próprios precedentes e a Constituição.

A manifestação ocorreu depois de conflitos recentes envolvendo ministros do STF. Durante uma sessão sobre a abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e André Mendonça adotaram posições opostas.

Na quinta-feira, 17, Gilmar acusou Mendonça de tentar obter ganho político com a crise no Supremo após o ministro publicar um vídeo nas redes sociais em que agradecia o apoio popular. Mendonça respondeu à crítica.

Em outro episódio, Kassio Nunes Marques bloqueou Gilmar Mendes no WhatsApp depois de uma discussão. Nunes Marques é o presidente do TSE, enquanto Mendonça ocupa a vice-presidência da Corte Eleitoral.

Texto produzido pela Redação Radar do Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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