Países em desenvolvimento cobram voz nas regras globais para a inteligência artificial
Líderes do Sul Global afirmam que decisões sobre a IA não podem ficar concentradas nos países ricos e pedem ação coordenada.
Líderes do Sul Global afirmam que decisões sobre a IA não podem ficar concentradas nos países ricos e pedem ação coordenada.
Representação no TSE sustenta que o discurso presidencial abordou temas eleitorais e solicita liminar contra o uso do material.
Candidata ao Senado também classificou Donald Trump como autoritário e negacionista durante evento do PT em São Paulo.
Analistas dizem que discurso teve referências eleitorais, mas não apresentou pedido explícito de voto nem configurou propaganda.
Na abertura da Assembleia da ONU, o presidente brasileiro também defendeu palestinos, democracia, mulheres e a soberania do Brasil.
Presidente afirmou que brasileiros escolherão entre democracia e negacionismo e criticou ingerência externa, desinformação e pressões sobre o Pix.
Presidente discursará antes do líder americano, a 12 dias do primeiro turno e com negociações comerciais ainda sem acordo.
País fala antes dos Estados Unidos desde 1955, embora não exista uma regra formal da ONU sobre a ordem.
Presidente participará pela 11ª vez do encontro, que reúne 193 Estados-membros e será aberto pelo Brasil nesta terça-feira, 22.
Avaliação é que soberania pode perder força diante de temas como segurança pública, corrupção e economia na campanha à reeleição.
Presidente terá reuniões com Zohran Mamdani, Bernie Sanders e Yamandú Orsi antes do discurso de terça-feira (22).
A prática começou em 1949 e deu ao país um espaço estratégico para apresentar prioridades e posições sobre temas globais.
Presidente deve defender o multilateralismo e a não interferência estrangeira antes do primeiro turno das eleições.
Volker Türk defende supervisão internacional para a inteligência artificial; presidente dos EUA chama as preocupações de conspiração doentia.