Intolerância religiosa transforma símbolos e diferenças em disputa de poder, diz Carlos Fidelis Ponte
Em artigo, pesquisador critica ataques a símbolos religiosos e defende o Estado laico, a democracia e o direito à liberdade de crença.
Em artigo, pesquisador critica ataques a símbolos religiosos e defende o Estado laico, a democracia e o direito à liberdade de crença.
Registros públicos indicam que manifestações contra o reconhecimento da santa antecedem a atual campanha presidencial.
Monitoramento aponta 977,6 mil menções ao caso envolvendo Flávio Bolsonaro e milhões de interações nas redes sociais.
A reação judicial à polêmica religiosa ampliou o debate sobre as alianças, as declarações e o comportamento político do candidato.
Ministro do STF derrubou decisão do TSE que suspendia postagem e impedia novas publicações semelhantes na rede X.
Candidato acusou integrantes da CNBB sem apresentar provas e depois passou a usar a imagem de Nossa Senhora Aparecida na campanha.
Candidato do PSD pediu respeito às religiões e criticou declarações do adversário sobre a CNBB e a padroeira do Brasil.
J. B. Carvalho defende retirar Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira e considera ilegal o feriado de 12 de outubro.
Sacerdote citou projeto arquivado e afirmou que a proposta poderia voltar a tramitar; Flávio Bolsonaro nega interesse na alteração.
Comentário sobre projeto arquivado em 2008 reacendeu a discussão sobre o título de Padroeira do Brasil e a retórica antimariana.
Senador chamou a GloboNews de “central de disseminação de mentiras” e prometeu medidas nas esferas criminal e eleitoral.
Levantamento da Palver registrou aumento das menções ao tema e maioria de críticas ao candidato nas redes abertas.
Victorio Galli apresentou a proposta em 2007, quando era deputado e integrava o MDB; o texto acabou arquivado no ano seguinte.
JB Carvalho, líder religioso próximo de Flávio Bolsonaro, defende em livro que Aparecida deixe de ser padroeira do Brasil.
Vice-presidente afirmou que decisões sobre publicações podem configurar censura prévia e defendeu a liberdade religiosa.
Ministro do STF determinou a retomada de postagens retiradas por ordem da Justiça Eleitoral e afastou a censura prévia.
Ministro citou entendimento do STF contra censura prévia e liberou conteúdos retirados por ordem do TSE.
Ministro do STF revogou decisão de André Mendonça que havia restringido publicações ligadas à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Decisão do ministro do STF alcança publicações removidas por associação entre o senador e projeto sobre Nossa Senhora Aparecida.
Criador do perfil Dilma Bolada reafirmou a publicação e desafiou juristas e linguistas a apontarem informação falsa na mensagem.